Racismo, cultura, de tudo um pouco.

Essa é uma daquelas noites inspiradas. Bem, vamos lá.
Sabe o que é interessante? Quase não existe nenhuma especie de preconceito e racismo na música. Ta, tudo bem, a primeira vista parece que sim, mais repare. Há preconceitos quando se fala de "estilos" de músicas, não de pessoas fazendo sons e melodias, com sua voz e instrumentos.
Exemplos? Bom, eu acho tao legal essa falta de precoceito, que em alguns casos nem seguer se sabe. U2, Bono, ele é gay, mais não se ouve ninguem falando mal dele por isso, ninguem deixa de ouvir as musicas da banda por isso. Greeday, Cássia Eler - que deus a tenha - Madona, Roberto Carlos (nesse caso não é opção sexual), Beetles. Beetles? o que tinha de errado com eles? Bem, não que seja algo de errado, mais eles se drogavam para compor as músicas. Falam de LSD e outras drogas.
Elvis Presley - o rei -, era um cachaceiro de plantão. Morreu por causa do alcool. Isso é o que eu sei, o que chegou ao meu conhecimento. Centenas de outros artistas de genêros que não são o meu eu e que desconheço, teriam motivos para serem vitimas de precoceitos. Mais não são!
Mais ninguem fala sobre essas coisas, ninguem precisa falar sobre essas coisas. Todos ouvem, admiram e não perdem tempo com a idiotice de julgar alguem pela pele, escolha sexual ou religião. Concordam que foi "um bom trabalho", "uma musica genial".
Nessas horas eu acredito que o ser humano ainda tem jeito. Que por trás do lado animal sangrento, egoista e impiedoso, ainda mora uma alma gentil, que quando tocada o liberta.
Se fosse assim o tempo todo, no trabalho, na escola, nas filas de bancos, o mundo seria melhor.

Duas semanas atrás eu vi uma garota linda com um cara feio. Uma daquelas loiras lindas - e inteligente - que da pra ficar com o queixo caido, e você pensa "o que ela viu nele?". Dentre tantos caras mais bonitos no mundo.
Por concidencia vi a mesma cena hoje novamente, dessa vez de um angulo diferente - talvez excesso de pensamentos em minha mente. Ele olhava com uma cara de carinho, ela sorrio e o beijou ao sair. Então eu entendi.
Talvez quando ninguem estava ali ele estava, talvez quando ela precisasse de alguem pra conversar, ele pegava o telefone tarde da noite e ligava para ela. Quando ela precisava de novos sonhos, ele criava todos que podia. Escreveria cartas a mão e mandarai com uma flor pelo correio. Acima de tudo, não chamaria ela de burra quando faria algo errado. Não deixaria ela esperando na chuva. Ela achou algo mais. Sorte dela.
Vamos acabar todos iguais, velhos, feios e possivelmente chatos. Só nos restará nossos corações. Agora, é o que pra mim faz mais sentido num mundo onde normais fazem bombas atômicas.

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