Hubble ficara 90 vezes mais potente.


(Digna de um filme de ficção ciêntífica, a imagem é real!)

Aposto que todos vocês já viram pelo menos uma foto do Hubble, o telescópio espacial não tripulado da Nasa. São aquelas fantásticas imagens do universo lá fora, aquelas mesmas que você se pergunta "isso realmente existe?". A imagem acima é uma amostra da galeria de imagens tiradas pelo satélite espacial.
Ele foi lançado em 24 de abril de 1990 a bordo do ônibus espacial Discovery e já passou por várias reformas, agora, a notícia é que ele esta precisando de conserto e passara por uma nova. Os dois principais instrumentos responsáveis pelas imagens do Hubble já não funcionam mais e terão que serem substituídos.

Dois instrumentos essenciais do Hubble serão consertados. A câmera ACS ("Advanced Camera for Surveys") tem a maior resolução e era o instrumento mais utilizado pelos cientistas, mas parou de funcionar em Janeiro de 2007. O STIS ("Space Telescope Imaging Spectrograph") media a espectro de luz na faixa do ultravioleta, permitindo aferir a distância e a composição de galáxias distantes - isso até 2004, quando apresentou defeito.(Inovação Tecnológica)


E parece que a Nasa pretende fazer uma reforma caprichada, no lugar dos antigos instrumentos, o Hubble terá dois novos e ficará 90 vezes mais potente, podendo captar imagens que antes era praticamente impossíveis de se obter. Vamos ter uma nova visão do universo.

A WFC3 ("Wide Field Camera 3") irá permitir que o Hubble veja as galáxias menos brilhantes e mais distantes já vistas até hoje, dando valiosas informações sobre a formação do universo.
Poderão ser fotografadas galáxias que existiram apenas 400 milhões de anos depois do Big Bang - hoje o Hubble só consegue enxergar galáxias que existiram 800 milhões de anos depois do nascimento do nosso universo[...]
O outro instrumento é o COS ("Cosmic Origins Spectrograph"), que irá captar o espectro ultravioleta de quasars - gigantescos buracos negros que brilham enquanto engolem o gás que se encontra à sua volta. O COS poderá captar corpos estelares muito mais tênues.


Segundo os ciêntistas, o nosso amigo Hubble poderá ver 900 galáxias onde agora ele vê 10. Com toda a reforma, os astrônomos pretendem manter o telescópio funcionando pelo menos até 2020, onde os equipamentos começar a chegar ao fim da sua vida útil.

O Hubble ganhou seu nome em homenagem a Edwin Powell Hubble, um cara genial que revolucionou a Astronomia, ao constatar que o Universo estava se expandindo. Seu grande lance está em captar a luz invisível que vem das estrelas.

Fonte
Inovação Tecnológica.

1 comentários:

  luma

7:17 PM

As imagens do Hubble, foram as mais lindas que vi em 2007. Imagino como serão com aprimoramentos. Beijus

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