Compre seu cadáver plastificado hoje mesmo!


Quem nunca quis um cadáver plastificado em sua sala de estar? Aquela belo corpo com as suas vísceras amostra? O médico alemão Gunther Von Hagens quer tornar seu sonho realidade. Por 250 mil euros ele pretende plastificar corpos em grande quantidade e os tornar mais acessíveis ao grande público.
Brincadeiras a parte, o médico quer tornar a comercialização dessa espécie de cadáver algo comum. Claro, não se trata de nenhuma oficina de terror, é tudo para fins ciêntificos, ao menos é o uso que as pessoas normalmente fazem com os corpos. O grupo de médicos alemães liderado por Hagens, especializados na área, vem fazendo extensas pesquisas para obter um resultado satisfatório em sua pesquisa.


Após melhorar mais a técnica da plastificação, a equipe de técnicos em sua oficina da localidade alemã de Guben (leste) já é capaz de "produzir de forma rápida e barata grandes quantidades de alta qualidade", disse Nadine Diwersi


O laboratório do médico atualmente comercializa "pedaços", chamados de amostras e cortes, que vão de 12 mil a 250 mil euros a instituições ciêntificas. A idéia e extender essa venda para fins pessoais, os advogados do professor estão se esforçando para tornar isso viável.


Nadine Diwersi explica que os advogados do professor estudam atualmente como comercializar seus inventos sem atentar contra a legislação vigente, que só permite o uso de cadáveres para fins científicos e considera qualquer outra opção uma profanação punida por lei.


Não acho que será tão fácil a justiça aceitar a a venda de corpos plastificadosa para pessoas, afinal, um dia ele já tiveram vida e sabe lá o que a pessoa vai fazer com aquele corpo. È um desrespeito com o morto.

PS: Depois de procurar por 15 minutos fotos de corpos plastificados para usar de ilustração para esse post e ver uma série deles, acabei nem almoçando, nossa mãe quanta coisa feia apareceu!

1 comentários:

  Fabiano de Melo

5:05 PM

Pelo o que sei, existe uma grande dúvida sobre a origem desses corpos, inclusive, ele está no caso de perder o seu registro por "não provar" a origem deles.
Acho que a "banalização" do cadáver assim é complicado...

"Ao curvar-te com a lâmina rija de teu bisturi sobre o cadáver desconhecido, lembra-te que este corpo nasceu do amor de duas almas; cresceu embalado pela fé e esperança daquela que em seu seio o agasalhou, sorriu e sonhou os mesmos sonhos das crianças e dos jovens; por certo amou e foi amado e sentiu saudades dos outros que partiram, acalentou um amanhã feliz e agora jaz na fria lousa, sem que por ele tivesse derramado uma lágrima sequer, sem que tivesse uma só prece. Seu nome só Deus o sabe; mas o destino inexorável deu-lhe o poder e a grandeza de servir a humanidade que por ele passou indiferente."
Karl Rokitansky (1876)

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