O monge Monloo

O sábio e monge budista Monloo acordou de mau humor naquela manha. A sua barba estava congela e seus lábios rachados, ele odiava quando qualquer um dos dois acontecia.
Ele levantou da cama e pensou em pegar o seu cajado místico e mancar como um grande sábio, com seu corpo cansado pela vida dura, pelo longo tempo de reflexão nas montanhas, e em fazer todo o conjunto de poses que o faziam parecer um ser único, mas desistiu da idéia. Odiava aquele teatro e a voz rouca que era obrigado a fazer toda vez que alguem ascendia uma fogueira. Essa coisa toda de "eu sou Moisés e vou abrir o mar vermelho!" nunca foi para ele. Ele era um esportistas, há sim senhor! Um esportista de respeito! Descia e subia a montanha toda manha. E não era uma montanha qualquer, não mesmo! Eram 25km de subida e descida com ar rarefeito. Ele inflou o peito mostrando respeito. Olhou a redor e tentou achar alguem, não havia ninguém alí, nem seu cachorro Steven o observava agora.
O pobre animal havia morrido congelado havia uma semana. Mesmo agora servindo como um bom peso de porta, isso só deixava o humor de Monloo pior. Steven Seagal, o cão havia ganho o nome em homenagem ao ator, Monloo adorava uma pancadaria de vez em quando. Sabem, a vida de monge muitas vezes era um saco, meditar o dia todo, aquele frio insuportável, o voto de castidade. Ele precisava esquentar as coisas de vez em quando. O povo local tinha um boa vodca e um jovem pescador havia arranjado um velho video cassete e alguns filmes do bom e velho Steven.
Monloo lembrou da vez que saio para fora da sua caverna, empolgado um dos filmes, sobre forte efeito do alcool e nocauteou um rena. Animal infeliz. Monloo não quiz ser tão duro, mas ele tinha sido um adversário e tanto. Renas são animais grandes e podem se tornar violentos. E aqueles galhos, sim senhor! Perigosos. Se não fosse seu bom velho soco de direita ele podia ter se machucado gravemente.
Monloo nunca mais tinha visto a rena por aí.
Seu estomago roncou, precisava comer. Era vegetariano, era um saco procurar e cavar ervas sobre o gelo toda manha. Olhou para o seu cajado e decidiu que hoje iria atraz de um coelho. Ao inferno com as plantas. Ele coçou a barba deixando pequenos pedaços de gelos cair no chão. Hoje iria fazer uma bela sopa.

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