Travolta, a gênial.

Naquela agradável noite de sábado, sob os olhares de milhões de pessoas ao redor do mundo, Julia Travolta ganhava seu 5° premio nobel de medicina (fisiologia). Mas ela não estava tão animada assim, a verdade, é que aquilo já não tinha mais graça. Pegou a pequena estatueta - simbolo do prêmio - com a mão esquerda e a balançou do lado do corpo imaginando se ainda conseguiria fazer algo interessante quando conseguisse dar o fora dalí.
O público aplaudia enquanto o apresentador contava e elogiava os seus grandes feitos. Ela tinha certeza que alguem havia contado a ela que um show estava para acontecer em algum lugar. Restava lembrar aonde.
A garota sempre se considerou normal, fora o hábito de mudar de penteado mensalmente, passando de cortes retrôs e indo até um belo moicano. Habilidosamente cortado por um imigrante chines, que pouco tinha haver com o estilo ou a cultura do penteado, mas que de algum jeito era o especialista no corte. Talvez fossem os piercings que possuia nos mamilos, foi 0 que deixou Julia espantada. Não os mamilos ou mesmo os piercings, mas ver um japones sem camisa quando entrou no salão.
Julia tinha um bom coração, um enorme coração, ela sabia disso por que o médico tinha lhe falado - e também que era bom fazer exercícios de vez em quando -. Se sentia deslocada enquanto cursava direito em um faculdade qualquer. Foi quando a grandiosa revelação chegou em sua mente. Enquanto ela abocanhava de maneira insava uma colher de iogurte.
Iogurte, essa era a resposta! Tinha certeza. Só levou um tempo para achar a pergunta. Quando achou, ela fez o que ninguem tinha consegui antes, curar todos os tipos de câncer existentes. Mais que isso, descobriu outros 245 variedades diferentes.
Por isso abriram uma excessão na historia dos prêmios, e lhe deram dois nobeis de uma vez só. Eram os primeiros. E a essas alturas ela já estava completando seu curso de medicina.
O próximo premio que ganhara era por que tinha descoberto como curar o mal de Parkinson, adicionando um pouco de achocolatado a sua mistura de iogurto.
Ela coçou a cabeça, não lembrava por que estava ganhando este ultimo. Melhor, nem lembrava com tinha chego aí. Será que isso é por causa da bebida? Tudo bem que ela havia se embreagado todos os dias nos ultimos meses. Mas quem não bebe?

Ficou preucupada, mas decidiu pensar nisso depois, por que esse era um bom motivo para beber. Atirou a estátua ao público e escutou sons de ossos se quebrando em meio a multidão. Sai de fininho e nunca mais foi vista.

Alguns juram que a viram por aí, bebendo e comendo iogurte.

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